Sem
espaço, sem tempo,
sem
pensar na tristeza,
amor
se ergue à altura,
da
mais louca aventura,
mescla
beleza, ousadia,
com a
mais afoita alegria.
Amores
que partiram
jamais
serão meus.
Aquarelas
que conheceram
a dor
de perder quem ama
nos
enredos de cada cama,
que
indiferentes, abrigavam
a
febril saga de amar.
Põe-se
a procurar
no
cintilar dos sóis
o
calor dos lençóis.
Esquecido,
abandonado
em
algum canto do quarto,
peito
doído e sensível,
restando
à lembrança
de um
amor impossível.
Rudimar
Hauenstein
3 comentários:
MUITO LINDO E SINCERO
Linda poesia e muito profundo,parabéns!!
Obrigado Cleuma.
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