sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

MADRUGADA


Na vastidão infinita,
estrelas cintilantes
enfeitam o firmamento.

Vaga-lumes eternos
refletem da alma
 a imagem
largada e solitária
de um coração
 que chora a amargura
 da vida vazia.

Perdido, ferido,
rasga madrugadas
à tua procura.

Despido do véu
 eleva olhar ao céu.
Espelhos da alma
buscam na imensidão,
na estrela de luz própria,
o fim da desventura,
 a cura da solidão.

Rudimar Hauenstein


6 comentários:

JAENE disse...

parabens, perfeito como todos.

Rudimar Hauenstein disse...

Obrigado Jaene, pela visita e por seu comentário.

Unknown disse...

PERFEITA LINDA DEMAIS..................

Rudimar Hauenstein disse...

Obrigado Leila por visitar meu blog e por suas palavras

Unknown disse...

lindo poema , que inspiração , pois somente palavras que nos tocam o coração .

Poemas no Sul disse...

Obrigado Roseli por sua visita e por deixar teu carinhoso comentário.