Vagar sem rumo, sem porto, é tudo o que me resta. Desejar que o vento do destino me conduza por mares calmos, onde a neblina, as tormentas não mais me atinjam.
Procuro sob as estrelas, sob o negro véu da escuridão o porto onde possa encontrar aquela que me ensinou amar. Marés se precipitam sobre os continentes e em seguida se retraem em cólera aguda de uma dor sem nome, que cala fundo na alma, em meu ser.
Ricocheteiam raios no escuro céu das noites da minha busca, ondas me lançam para o desconhecido, empurrado pelas tempestades da minha angustia. Meu anjo, minha estrela, luz e vida se perderam onde nem em sonhos irei reencontrá-la.
Rudimar Hauenstein
5 comentários:
Simplesmente maravilhoso
Obrigado Ducarmo por sua visita e por deixar o teu comentário.
Lindo demais
Lindo demais
Obrigado Susana por teu comentário e pela visita ao blog.
Postar um comentário