domingo, 22 de junho de 2014

SILÊNCIO

SILÊNCIO

O silêncio da alma
dói mais que o silêncio da voz.
Se calar a voz significar
 calar também a alma,
só me resta aceitar
o teu silêncio.

BONECA

Boneca, boneca de pano,
sonho inocente.
Não há engano,
aquela boneca de pano,
virou gente.

Uma linda mulher.
Minha. Só minha.
Agora,
a bonequinha da infância
é o amor da minha vida...

Rudimar Hauenstein



2 comentários:

www.elianedelacerda.com disse...

Lindo,amigo!
Não esquecemos dos nossos amores!!!!
Amar é tudo na vida mesmo!
http://www.elianedelacerda.com

Poemas no Sul disse...

Obrigado Elyane pela visita ao BLOG e por postar seu comentário.