Irei lavar de minha alma,
esse infausto momento.
Volver no espaço com o vento,
ser impelido para longe,
folha sem destino,
que perdera a esperança
a
girar em sua dança,
na mais doída solidão.
Com o acalmar do turbilhão,
na serena acanhada tapera,
como a solitária folha ao vento
reencontrar
a firmeza do chão,
resgatar da alma o alento
envolvido pela quimera
num lugar atrás do mundo,
onde a vida me espera.
Rudimar Hauenstein
2 comentários:
Meu amigo, amo ler seus poemas, estou deixando aqui uma dica, quem sabe coloque ao fundo de cada poema uma musica....bjs
Obrigado pela dica Jussamara
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