O mar em fúria...
Arrebentação do ser
sem nada para dizer.
Ondas
em lamúria
rasgam
esperanças.
No horizonte distante
oceano encontra o céu
pintando
um traço alaranjado
embaçando o anoitecer.
Só,
na imensidão,
sem um foco de luz
para iluminar.
Sem confiança...
Sem esperança...
Irrequieto coração
idealiza amar...
No escuro breu ao leu
elevo olhar ao céu
para a luz estelar...
Continuo a procurar
o fim da solidão...
Será lá o lugar?
Rudimar Hauenstein
3 comentários:
CONTINUO A PROCURAR O FIM DA MINHA SOLIDAO...........E TALVEZ SEJE LA MESMO ...QUEM SABE....LINDO MARAVILHOSO BEIJOS
Obrigado por seu comentário Aparecida. Em verdade todos somos seres que nascem e morrem solitários e ninguém poderá fazer isso por nós. O que tentamos durante a vida é amenizar a nossa solidão.
O autor fala de sua solidão e a compara com tudo que sugere escuridão.
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