Ao morrer uma estrela,
do caos ressurge a vida,
fascinante transformação,
uma colossal explosão
do astro que se apaga.
Lançada na imensidão
do universo sem fim,
em poeira se transformou
a estrela que iluminou
o céu de escuridão.
Estrela do Universo,
mãe de todas as coisas,
genitora do nosso sol,
criado da mesma matéria
da qual o homem surgiu.
Átomos de energia
brilham no céu do meu dia,
irmão que fornece calor,
em fascinante esplendor,
cobre com raios a Terra.
Em tempo muito distante,
sofrerá a mesma agonia
da nossa estrela mãe.
Quando chegar o seu fim,
a criação irá repetir.
Um novo sol vai nascer,
um novo dia surgir.
Rudimar Hauenstein
2 comentários:
O poeta fala do início da vida a partir do fim de uma estrela e que isso vai se repetir sempre quando o sol surgir.Bonita comaparação.
O fim não existe para sempre, tudo se transforma e do caos ressurge a vida. Obrigado Beatriz.
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