domingo, 1 de junho de 2014

SENTIMENTO

       Amor sublime amor! Carrego-te na solidão do meu dia, sem luz, sem amanhecer, só nostalgia. A agonia vara a alma no cinzento entardecer, minha estrela despediu seu fulgor sem eu perceber. Obscurecido firmamento onde busco as noites de outrora, quando a aurora me presenteava a estrela do amanhecer, que hoje sem luz, tento esquecer. Mesmo estando no céu dos meus sonhos, minha estrela deixou de brilhar no dia que despediu o meu amor.  Peço-te, ofusca-me a dor de amor para que eu possa renascer junto com o cintilar de uma nova estrela antes de mais um dia nascer.


Rudimar Hauenstein

Nenhum comentário: