Amor sublime amor! Carrego-te na solidão
do meu dia, sem luz, sem amanhecer, só nostalgia. A agonia vara a alma no
cinzento entardecer, minha estrela despediu seu fulgor sem eu perceber. Obscurecido firmamento onde busco as
noites de outrora, quando a aurora me presenteava a estrela do amanhecer, que
hoje sem luz, tento esquecer. Mesmo estando no céu dos meus sonhos, minha
estrela deixou de brilhar no dia que despediu o meu amor. Peço-te, ofusca-me a dor de amor para que eu
possa renascer junto com o cintilar de uma nova estrela antes de mais um dia
nascer.
Rudimar Hauenstein
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