Dos olhares de candura
somente um escolherei.
Olhos de ternura deixarei
em desventura,
sem proteção...
Sem dizer sim, ou não,
já não serão mais meus,
nem teus...
Olhos que passarão
a contemplar os mares,
vestidos de armadura,
convertendo olhares
em tristeza, sem beleza,
sem vida...
Olhares...
Com os quais sonhei,
sempre amarei,
jamais possuirei...
Rudimar Hauenstein
2 comentários:
Oi Rudimar
Gostei do que vi aqui.Muito bom e bonito.
Abraços
Ana Cecília
Obrigado Ana Cecília. Vindo de você esse elogio me engrandece e me da forças para continuar tentando colocar em palavras as magias da alma.
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