O amor, ah, o amor!
Sentimento que encanta.
Amor que se planta
nem sempre é colhido.
O amor nunca esquecido
no coração oprimido,
o amor da euforia
renovado a cada dia.
O amor que enaltece
e nunca se esquece,
amor prometido, mas
jamais retribuído.
O amor inconcequente
tira a razão da mente,
abraçado a rebeldia
horas ferre e judia.
O amor complacente
por vezes imprudente.
Amor abnegado, doação,
enriquece o coração.
Enfim, amor divino,
instintivo, genuíno,
entre todos os amores
aponta nosso destino.
Rudimar Hauenstein
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