sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

REFLETINDO


O amor, ah, o amor!
Sentimento que encanta.
Amor que se planta
nem sempre é colhido.

O amor nunca esquecido
no coração oprimido,
o amor da euforia
renovado a cada dia.

O amor que enaltece
e nunca se esquece,
 amor prometido, mas
 jamais retribuído.

O amor inconcequente
tira a razão da mente,
 abraçado a rebeldia
horas ferre e judia.

O amor complacente
por vezes imprudente.
Amor abnegado, doação,
enriquece o coração.

Enfim, amor divino,
instintivo, genuíno,
entre todos os amores
aponta nosso destino.

Rudimar Hauenstein



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